domingo, 4 de julho de 2010

Shows com a bateria Segredo do Ritmo

Animamos sua festa. Ritmistas das mais consagradas escolas de samba do Rio de Janeiro.
Passistas : loira e mulata com fantasias ou vestidos.
Contatos : Pandora ou Mestre Robinho - 9462 8415 ou 9575 9942

Perder, ganhar, viver .

Perder, ganhar, viver .Drummond escreveu este texto para o Jornal do Brasil logo após a eliminação da seleção brasileira diante da Itália na Copa do Mundo da Espanha, em 1982. Nada mais atual e oportuno o lirismo de nosso maior poeta para enaltecer a vida como a maior dávida do ser humano, muito além das Copas e dos grandes negócios.03/07/2006 - Carlos Drumoond de Andrade, Jornal do Brasil, 21 de junho de 1982
Vi gente chorando na rua, quando o juiz apitou o final do jogo perdido; vi homens e mulheres pisando com ódio os plásticos verde-amarelos que até minutos antes eram sagrados; vi bêbados inconsoláveis que já não sabiam por que não achavam consolo na bebida; vi rapazes e moças festejando a derrota para não deixarem de festejar qualquer coisa, pois seus corações estavam programados para a alegria; vi o técnico incansável e teimoso da Seleção xingado de bandido e queimado vivo sob a aparência de um boneco, enquanto o jogador que errara muitas vezes ao chutar em gol era declarado o último dos traidores da pátria; vi a notícia do suicida do Ceará e dos mortos do coração por motivo do fracasso esportivo; vi a dor dissolvida em uísque escocês da classe média alta e o surdo clamor de desespero dos pequeninos, pela mesma causa; vi o garotão mudar o gênero das palavras, acusando a mina de pé-fria; vi a decepção controlada do presidente, que se preparava, como torcedor número um do país, para viver o seu grande momento de euforia pessoal e nacional, depois de curtir tantas desilusões de governo; vi os candidatos do partido da situação aturdidos por um malogro que lhes roubava um trunfo poderoso para a campanha eleitoral; vi as oposições divididas, unificadas na mesma perplexidade diante da catástrofe que levará talvez o povo a se desencantar de tudo, inclusive das eleições; vi a aflição dos produtores e vendedores de bandeirinhas, flâmuIas e símbolos diversos do esperado e exigido título de campeões do mundo pela quarta vez, e já agora destinados à ironia do lixo; vi a tristeza dos varredores da limpeza pública e dos faxineiros de edifícios, removendo os destroços da esperança; vi tanta coisa, senti tanta coisa nas almas...
Chego à conclusão de que a derrota, para a qual nunca estamos preparados, de tanto não a desejarmos nem a admitirmos previamente, é afinal instrumento de renovação da vida. Tanto quanto a vitória estabelece o jogo dialético que constitui o próprio modo de estar no mundo. Se uma sucessão de derrotas é arrasadora, também a sucessão constante de vitórias traz consigo o germe de apodrecimento das vontades, a languidez dos estados pós-voluptuosos, que inutiliza o indivíduo e a comunidade atuantes. Perder implica remoção de detritos: começar de novo.
Certamente, fizemos tudo para ganhar esta caprichosa Copa do Mundo. Mas será suficiente fazer tudo, e exigir da sorte um resultado infalível? Não é mais sensato atribuir ao acaso, ao imponderável, até mesmo ao absurdo, um poder de transformação das coisas, capaz de anular os cálculos mais científicos? Se a Seleção fosse à Espanha, terra de castelos míticos, apenas para pegar o caneco e trazê-lo na mala, como propriedade exclusiva e inalienável do Brasil, que mérito haveria nisso? Na realidade, nós fomos lá pelo gosto do incerto, do difícil, da fantasia e do risco, e não para recolher um objeto roubado. A verdade é que não voltamos de mãos vazias porque não trouxemos a taça. Trouxemos alguma coisa boa e palpável, conquista do espírito de competição. Suplantamos quatro seleções igualmente ambiciosas e perdemos para a quinta. A Itália não tinha obrigação de perder para o nosso gênio futebolístico. Em peleja de igual para igual, a sorte não nos contemplou. Paciência, não vamos transformar em desastre nacional o que foi apenas uma experiência, como tantas outras, da volubilidade das coisas
Perdendo, após o emocionalismo das lágrimas, readquirimos ou adquirimos, na maioria das cabeças, o senso da moderação, do real contraditório, mas rico de possibilidades, a verdadeira dimensão da vida. Não somos invencíveis. Também não somos uns pobres diabos que jamais atingirão a grandeza, este valor tão relativo, com tendência a evaporar-se. Eu gostaria de passar a mão na cabeça de Telê Santana e de seus jogadores, reservas e reservas de reservas, como Roberto Dinamite, o viajante não utilizado, e dizer-lhes, com esse gesto, o que em palavras seria enfático e meio bobo. Mas o gesto vale por tudo, e bem o compreendemos em sua doçura solidária. Ora, o Telê! Ora, os atletas! Ora, a sorte! A Copa do Mundo de 82 acabou para nós, mas o mundo não acabou. Nem o Brasil, com suas dores e bens. E há um lindo sol lá fora, o sol de nós todos.
E agora, amigos torcedores, que tal a gente começar a trabalhar, que o ano já está na segunda metade?

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Gastronomia


Gelatina copa do Brasil

Receita enviada por Lilian Albuquerque
Tempo de preparo: 30 min Rendimento: 6 porções
  • Ingredientes
  • 1 caixa de gelatina sabor limão
  • 1 caixa de gelatina sabor abacaxi
  • 1 caixa de gelatina sabor tutti fruti (azul)
  • 1 sachê (12 g) de gelatina sem sabor incolor
  • 5 a 10 gotas de limão
  • 300 ml de água
  • 1 colher de sopa de creme de leite ou coco ralado
  • Modo de Preparo
  1. Prepare as gelatinas de limão, abacaxi e tutti-fruti, conforme as instruções da
  2. embalagem e coloque cada uma em um recipiente para endurecer
  3. Depois de dura,com uma faca,corte cada uma em quadradinhos e monte a bandeira
  4. Em um refratário 21x21 cm, começado pela gelatina de tutti fruti (azul),depois pela
  5. de abacaxi , depois a de limão
  6. Prepare a gelatina sem sabor conforme as instruções da embalagem (hidrate e derreta)
  7. Misture com a água e as gotas de limão e despeje delicadamente dentro do refratário
  8. dos lados para o desenho não se desmanchar
  9. Leve à geladeira para endurecer, após faça o risco branco com o creme de leite

Samba

Próximas Feijoadas

Estação Primeira de Mangueira

http://www.mangueira.com.br/mangueira/

10/07 Hora: 13h
LOCAL: Quadra - Rua Visconde de Niterói, 1072 - Mangueira
Valores: R$10,00 a entrada e R$ 10,00 a feijoada

G.R.E.S Portela (sede social)

http://www.gresportela.com.br/
Rua Clara Nunes, 81
Cep 21.351-110
Tel: +55(21)2489-6440 (1º sábado do mês)

G.R.E.S. Unidos de Vila Isabel

http://www.gresunidosdevilaisabel.com.br/

Avenida 28 de Setembro nº 382
Vila Isabel - Rio de Janeiro / (21)2578 0077

http://www.imperioserrano.com/
Av. Ministro Edgard Romero, 114, Madureira
Rio de Janeiro - RJ - CEP 21350-300 RJ - BR
CEP: 20551-030 -

Império Serrano
Telefone: (21) 2489-8722 / (21) 2489-5696 (verificar data)


Verifique as programações nos sites.

Declaração dos direitos do homem e do cidadão

Art.1.º Os homens nascem e são livres e iguais em direitos. As distinções sociais só podem fundamentar-se na utilidade comum.

Art. 2.º A finalidade de toda associação política é a conservação dos direitos naturais e imprescritíveis do homem. Esses direitos são a liberdade, a propriedade, a segurança e a resistência à opressão.

Art. 3.º O princípio de toda a soberania reside, essencialmente, na nação. Nenhum corpo, nenhum indivíduo pode exercer autoridade que dela não emane expressamente.

Art. 4.º A liberdade consiste em poder fazer tudo que não prejudique o próximo: assim, o exercício dos direitos naturais de cada homem não tem por limites senão aqueles que asseguram aos outros membros da sociedade o gozo dos mesmos direitos. Estes limites apenas podem ser determinados pela lei.

Art. 5.º A lei não proíbe senão as ações nocivas à sociedade. Tudo que não é vedado pela lei não pode ser obstado e ninguém pode ser constrangido a fazer o que ela não ordene.

Art. 6.º A lei é a expressão da vontade geral. Todos os cidadãos têm o direito de concorrer, pessoalmente ou através de mandatários, para a sua formação. Ela deve ser a mesma para todos, seja para proteger, seja para punir. Todos os cidadãos são iguais a seus olhos e igualmente admissíveis a todas as dignidades, lugares e empregos públicos, segundo a sua capacidade e sem outra distinção que não seja a das suas virtudes e dos seus talentos.

Art. 7.º Ninguém pode ser acusado, preso ou detido senão nos casos determinados pela lei e de acordo com as formas por esta prescritas. Os que solicitam, expedem, executam ou mandam executar ordens arbitrárias devem ser punidos; mas qualquer cidadão convocado ou detido em virtude da lei deve obedecer imediatamente, caso contrário torna-se culpado de resistência.

Art. 8.º A lei apenas deve estabelecer penas estrita e evidentemente necessárias e ninguém pode ser punido senão por força de uma lei estabelecida e promulgada antes do delito e legalmente aplicada.

Art. 9.º Todo acusado é considerado inocente até ser declarado culpado e, se se julgar indispensável prendê-lo, todo o rigor desnecessário à guarda da sua pessoa deverá ser severamente reprimido pela lei.

Art. 10.º Ninguém pode ser molestado por suas opiniões , incluindo opiniões religiosas, desde que sua manifestação não perturbe a ordem pública estabelecida pela lei.

Art. 11.º A livre comunicação das ideias e das opiniões é um dos mais preciosos direitos do homem; todo cidadão pode, portanto, falar, escrever, imprimir livremente, respondendo, todavia, pelos abusos desta liberdade nos termos previstos na lei.

Art. 12.º A garantia dos direitos do homem e do cidadão necessita de uma força pública; esta força é, pois, instituída para fruição por todos, e não para utilidade particular daqueles a quem é confiada.

Art. 13.º Para a manutenção da força pública e para as despesas de administração é indispensável uma contribuição comum que deve ser dividida entre os cidadãos de acordo com suas possibilidades.

Art. 14.º Todos os cidadãos têm direito de verificar, por si ou pelos seus representantes, da necessidade da contribuição pública, de consenti-la livremente, de observar o seu emprego e de lhe fixar a repartição, a colecta, a cobrança e a duração.

Art. 15.º A sociedade tem o direito de pedir contas a todo agente público pela sua administração.

Art. 16.º A sociedade em que não esteja assegurada a garantia dos direitos nem estabelecida a separação dos poderes não tem Constituição.

Art. 17.º Como a propriedade é um direito inviolável e sagrado, ninguém dela pode ser privado, a não ser quando a necessidade pública legalmente comprovada o exigir e sob condição de justa e prévia indenização.

Religião

A Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, a FAMCLAM e a AMC-RJ

Convidam para o seminário:

Data: 19 de junho de 2010

Local: Rua Benjamin Constant 23, auditório do segundo andar, Glória.

Drogas

Do uso à dependência

Do tráfico à violência

8:30 - Abertura

9;00 – Dom Antonio Augusto Dias Duarte

A posição da Igreja Católica

9:30h – Deputado Carlos Dias

As Drogas no Brasil e no Mundo

10h – Dr. Francisco Inácio P. M. Bastos – FIOCRUZ

Políticas de drogas e saúde publica

10:30h – Dr. José Augusto da Silva Messias NESA / UERJ

Drogas e adolescência

11:00 – Dra. Maria Thereza Aquino NEPAD / UERJ

Stress e abuso de drogas na sociedade contemporânea

11:30: Dr. José Mariano Benincá Beltrame

Secretaria de Estado de segurança – Governo do Estado do Rio de Janeiro

Drogas e segurança pública

12:00 – Encerramento – Dom Antonio Augusto Dias Duarte

Dom Antonio Augusto Dias Duarte

Bispo Auxiliar - Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro

Dra. Maria Inez Linhares de Carvalho

Presidente - Federação Das Associações Médicos Católicos Latino Americanos (FAMCLAM)

Dr. Alfredo Felix Canalini

Presidente - Associação dos Médicos Católicos do Rio de Janeiro (AMC-RJ)

Educação

IV Encontro de Professores de Literaturas Africanas de Língua Portuguesa - África: dinâmicas culturais e literárias
Ouro Preto, 8-11 de novembro de 2010
A PUC Minas, a UFMG e a UFOP realizarão, no período de 8 a 11 de novembro de 2010, na Cidade de Ouro Preto, o IV Encontro de Professores de Literaturas Africanas de Língua Portuguesa, em continuidade à iniciativa da Universidade Federal Fluminense, que, em 1991, organizou o primeiro evento, seguido pelos encontros sediados pela USP em 2003 e pela UFRJ em 2007. No IV Evento será formalmente instalada a Associação Internacional de Estudos Literários e Culturais Africanos - AFROLIC.

O IV Encontro pretende constituir-se em um fórum de discussão sobre repertórios culturais pelos quais a África se faz conhecer, problematizando-os. Intenta rever, sob o signo da diversidade cultural, conceitos e idéias a partir dos quais o continente é comumente pensado. Nesse contexto, visa também refletir sobre os diálogos que a literatura e as outras artes têm promovido com os horizontes políticos e sociais.
Ouro Preto, 8-11 de novembro de 2010
A PUC Minas, a UFMG e a UFOP realizarão, no período de 8 a 11 de novembro de 2010, na Cidade de Ouro Preto, o IV Encontro de Professores de Literaturas Africanas de Língua Portuguesa, em continuidade à iniciativa da Universidade Federal Fluminense, que, em 1991, organizou o primeiro evento, seguido pelos encontros sediados pela USP em 2003 e pela UFRJ em 2007. No IV Evento será formalmente instalada a Associação Internacional de Estudos Literários e Culturais Africanos - AFROLIC.

O IV Encontro pretende constituir-se em um fórum de discussão sobre repertórios culturais pelos quais a África se faz conhecer, problematizando-os. Intenta rever, sob o signo da diversidade cultural, conceitos e idéias a partir dos quais o continente é comumente pensado. Nesse contexto, visa também refletir sobre os diálogos que a literatura e as outras artes têm promovido com os horizontes políticos e sociais.
Há na contemporaneidade uma descrença em relação ao futuro do planeta, associada ao chamado fim das utopias. Daí a necessidade de se discutirem projetos políticos ligados à questão da nação no domínio da literatura e das artes em geral.

Os repertórios culturais do continente pensam, com especificidade, essa questão, que se desdobra em outras. Que proposições e visões de futuro podem ser percebidas nos textos literários e artísticos em geral? Como as produções artísticas e críticas buscam responder aos desafios da contemporaneidade? De que maneira essas questões se relacionam com propostas de reciclagem das formas artísticas em sua relação com as novas tecnologias?

Eixos temáticos
1) A crítica e os desafios da contemporaneidade
2) Cenários de violência
3) Configurações diaspóricas
4) Formas artísticas: reciclagens e novas tecnologias
5) Geografias literárias africanas: poéticas
6) Lembrar e esquecer: a reescrita da memória
7) Pensando a África na sala de aula
8) Poéticas da diferença: gênero, etnia, infância e velhice
9) Repertórios textuais e estratégias de produção de sentido
10) Visões de futuro: utopias e distopias

Inscrições
De 1º de fevereiro até
31 de maio de 2010
De 1º de junho até
31 de julho de 2010
De 1º de agosto até
26 de outubro de 2010
Com apresentação de trabalho: R$180,00 Com apresentação de trabalho: R$220,00
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Sem apresentação de trabalho: R$120,00 Sem apresentação de trabalho: R$150,00 Sem apresentação de trabalho: R$150,00
Estudante com ou sem apresentação de trabalho: R$60,00 Estudante com ou sem apresentação de trabalho: R$75,00 Estudante com ou sem apresentação de trabalho: R$75,00
Minicurso: R$60,00 Minicurso: R$75,00 Minicurso: R$75,00
Observações

1- As inscrições em minicursos não dispensam a inscrição no evento.

2- As inscrições e os respectivos pagamentos são individuais, mesmo na apresentação conjunta, em Mesa-redonda ou em Mesa de apresentação de trabalhos nas sessões de comunicações.
Informações e inscrições na página do congresso:
http://www.pucminas.br/literaturas_africanas

Serão aceitos trabalhos sobre as literaturas africanas não apenas em português mas também em outras línguas européias.

domingo, 13 de junho de 2010


Este blog é destinado a todos os internautas que desejem publicar artigos, debater ideias e opiniões ou se interar dos seguintes assuntos : educação, cidadania, samba e lazer, religião, moda e beleza, gastronomia.
Sejam todos bem vindos !

Frase da semana

" A alma não tem segredo que o comportamento não revele. "
( Lao Tsé)